“Um Diário da Repúlica” – Inauguração de exposição e lançamento do livro da Kameraphoto no Espaço Fundação EDP Porto, 17 de Dezembro “Leandro” vence Prémio Internacional de Fotojornalismo Estação Imagem/Mora 2011 Fotografias do “Protesto da Geração à Rasca” no Porto – E Agora? Novo portefólio online!

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“Um Diário da Repúlica” – Inauguração de exposição e lançamento do livro da Kameraphoto no Espaço Fundação EDP Porto, 17 de Dezembro

“Um Diário da Repúlica” – Inauguração de exposição e lançamento do livro da Kameraphoto no Espaço Fundação EDP Porto, 17 de Dezembro

O colectivo [kameraphoto] inaugura no próximo dia 17 de Dezembro, às 17h, a Exposição “Um Diário da República” na Fundação EDP, no Porto. Este trabalho ficará patente até ao dia 4 de Março de 2012.
Iniciado em 2010, ano do centenário da República, o projecto “D.R.” mostra a visão subjectiva, analítica e crítica da rotina de um país que caminha para uma das suas maiores crises económicas. Mas não é só. Mostra-nos histórias, lugares e pessoas que fazem de Portugal um país de descoberta, de interesse e de sonho.
Poderá também ver o livro que vai estar disponível para consulta e venda no local.
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Fotógrafos e o nosso futuro: qual a sua narrativa?

Fotógrafos e o nosso futuro: qual a sua narrativa?

Inserido no mês da fotografia, fui ontem (Sábado) à Fábrica Braço de Prata em Lisboa juntar-me a amigos para o debate “Reportagem fotográfica: Construção de uma narrativa”, cuja organização esteve ao encargo da Estação Imagem. A base de introdução ao debate foi a apresentação dos trabalhos “Sabor” de Paulo Pimenta (2010), “Mãe entre muros” de José Carlos Carvalho (2011) e por último “Leandro” da minha autoria e actual grande Prémio de Fotojornalismo Estação Imagem | Mora 2011.
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Foi no dia 19 de Agosto 2011

Hoje, dia 22 de Agosto, faz um mês que o meu filho Pedro nasceu. Na nossa primeira semana de vida, tive de fazer um slideshow sobre a história que fiz do Leandro para o Proxecta, 4.ª edição do Festival de Fotografia de Vilagarcía de Arousa. Não preciso de explicar o quão conflituoso foi pegar de novo as fotografias de uma morte que não se apaga ao mesmo tempo que aprendia como tratar de um recém nascido juntamente com a Susana minha companheira. O resultado visível é simples e pode ser visto abaixo deste texto. O que não se vê, é o espaço de reflexão que me interroga, é o medo, é a origem e essência do meu trabalho, da minha vida… Mas a isto regressarei no futuro com mais calma.

No passado dia 19 de Agosto, a história de Leandro teve a oportunidade de ser projectada nas ruas de Vilagarcía de Arousa na Galiza e também no IPF Porto. Este último, aconteceu no final da apresentação do meu trabalho e também do trabalho do André Cepeda e Inês d’Orey, apresentações feitas pelos próprios e que foi um prazer ter visto e ouvido, obrigado.
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